Estamos Concientes e determinados de que só a diversidade dos seres vivos, constitui a "essência da vida" e de nossa energia ou força coletiva. Nosso objetivos são mudança! E isso estamos fazendo, com nossos projetos, idéias, e objetivo planetário comum de atuar local e globalmente - desenvolver sem devastar -, reconhecendo a importância da união, solidariedade, verdade, trabalho.
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SOS PLANETA TERRA
SOS Planeta Terra - Amazônia Planetária
Postado em 21/06/2008


De fato nasci no Brasil, mas temos antepassados Europeus. E o código genético é porta voz das decisões, criatividade, tendências, dons, espírito de solidariedade e irmandade que nos une. Quem lê artigos do projeto "SOS" Planeta Terra sabe que não aprovo a esperteza, a trapaça, o jeitinho, nem a soberania da incompetência. Ética que me custou muito sacrifício, na época de estudante universitário. Fomos discriminados, mais do que poderia sofrer um escravo. E no auge da ditadura, sendo presidente da "Federação Acadêmica de Pelotas" (70/2) órgão máximo da classe universitária, custaram-nos reprovações, perseguições, ameaças, detenções, atrasando só mais nove anos a nossa Graduação. Crime? Defender a liberdade de pensar, discordar, mobilizar e defender princípios dos direitos e retidão humana.                                              


O planeta Terra é só uma nação, com vários povos, múltiplos idiomas, diversos credos, muitas guerras infrutíferas, extrema ignorância e desrespeito humano, ganância desmedida a qualquer preço e instituições políticas falidas pela inoperância dos que deveriam ter consciência da fragilidade da "vida da natureza" e da "natureza da vida". E a miséria ambiental (com desertificações, solos inférteis) é a origem da miséria humana (fome, violência, guerras). Por isso, nossos projetos comprovam que a "energia da fraternidade" pode ser universalista, consolidando uma planetária "fraternidade de energias" boas, se concederem-se autonomia e apoio a Institutos e Fundações nacionais.                                                                                                                                               


A Amazônia, sob ótica de patrimônio do Brasil, é tratada como mero objeto egoístico de posse. Todos os governos não foram sérios em cuidar, zelar, proteger este cofre e santuário brasileiro e Latino. E mais, quem quiser ajudar com projetos sérios, não é levado a sério no próprio Ministério, pela falta de ética e ótica futurista. Cientistas são vistos como sonhadores, alarmistas ou bobos! Será que, só os que passam pelo "poder temporário", (desprezando idéias, projetos da sociedade, ao desconhecer C&TI ou Gestão Ambiental produtiva), não abrem as portas para o futuro.  Será que só as idéias oficiais é que valem? Será que conhecem, que só na época do Soberano Imperador Dom Pedro, o Brasil impôs respeito aos nossos limítrofes Amazônicos? Para quem escrevi o livro "Dossiê da Amazônia"? Satisfazer o "ego"?  Ganhar fortunas? Ou levar cultura às bibliotecas de escolas e universidades?                                                                  


A Amazônia é importante para a humanidade do Planeta Terra, tanto quanto os oceanos com muitos nomes. Têm uma múltipla coleção de biodiversidade e funções reguladoras globais inseridas em seu poético manto florestal-aquáticos. A Amazônia tem minérios, flora e fauna exuberantes, povos com culturas indígenas raras. E seus rios são como veias e artérias que integram a filosofia Gaia, que não podem ser contaminados, assoreados, corrompidos, degradados, assassinados com suas ricas espécies de peixes, répteis e mamíferos. Todas as fortunas do mundo juntas e todo ouro, petróleo, diamantes, não pagam sua função reguladora climática, na exclusiva vocação de ser floresta. 


Tampouco nem todo capital do sistema financeiro mundial, somado a fortunas de impérios empresariais pode pagar as funções ecossistêmicas da floresta e seus seres. Tampouco as relíquias de arte do Louvre  ( ou de quaisquer museus ou bibliotecas de todos países); esculturas e telas de criatividade de Aleijadinho, Da Vinci, Toulouse Lautrec; Ou obras musicais de Bach, Beethoven; Ou direitos autorais dos Beatles ou nossa opera "O Guarani", (do maestro Carlos Gomes) podem pagar o valor de sua exuberância planetária da Amazônia? Sem dúvidas! Não! A Floresta é de interesse global! E enfatizo: O que vale mais? O petróleo, ouro, diamantes, propriedades e o dinheiro?  Ou a água, alimentos naturais e o oxigênio que as árvores nos dão?  O amor é a plena certeza da posse? Ou a posse é a plena certeza de amar?  Quem ama permite devastar seu objeto de posse?  Esperaremos até a última árvore, para ter um atestado de óbito?


Nem a Torre Eiffel ou a Estátua da Liberdade, produzem oxigênio, água ou plantas medicinais. E o petróleo só enriquece poucos e penaliza todos os cidadãos planetários (escravidão da High Tech consumista) com poluição ambiental. Por isso, a política ambiental do Governo deve se direcionar apoio à ONGs nacionalistas. Temos gênios nacionais & criativos cientistas sufocados pela "política da ignorância" e pela "ignorância política".                                                                                                                                                                                          


Herdamos grande parte das idéias, crenças, modelos, leis, impostos e opiniões. Herdamos hábitos e costumes mental-existenciais: religiões, vestimentas e partidos. Somos moldados pelo ambiente que nos circunda. Poluição, degradação, miséria humana e ambiental, fome, violência crescente! Quem for criativo, autêntico, honesto e inovador não precisa do rótulo de rebelde.  Por isso estou neste café histórico... Senhor Vice Presidente da República Federativa do Brasil. Temos soluções eco-ecológicas. Por isso, poderemos continuar a conversa em Brasília?   Obrigado pelo convite Oficial.                                                                                                                      


Dr. Gilnei Fróes - (Escritor técnico-científico, Ecólogo, Médico-veterinário, Gestor Ambiental)    Em 1990 ? Prêmio de Jornalismo da Brigada Militar do Estado do RGS (com artigo: "TAIM: paralelo 33° ...ameaçado"  (Diário da Manhã ? Pelotas / RS);




Indicação
ao "The Rolex Awards 1990 (Genebra); e ao "The Global 500 Awards" (ONU /
Kenya) Autor de livros: como "Dossiê da Amazônia".  1° Premio do "I Latino Ambiental Awards". Presidente do "Instituto Bering Fróes Eco Global" .  Autor de projetos ambientais internacionais.



 

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