Estamos Concientes e determinados de que só a diversidade dos seres vivos, constitui a "essência da vida" e de nossa energia ou força coletiva. Nosso objetivos são mudança! E isso estamos fazendo, com nossos projetos, idéias, e objetivo planetário comum de atuar local e globalmente - desenvolver sem devastar -, reconhecendo a importância da união, solidariedade, verdade, trabalho.
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Postado em 10/09/2008

Assim, a mesma tecnologia de navegação se aplica às instituições, governos, empresas e science parks. Com belas instalações, auditório sem platéia, nem capacidade de aglutinar gente de competência, nem projetos e sem conhecimento da direção, nem rumo a seguir, (sem leme) comparativamente tem-se um naufrágio certo ou uma instituição ?encalhada?. (Há espaços assim no País). Mas com competência e projetos, simples seis toras de madeira tornam-se uma jangada e, seguramente, se navega!


Como velejador (arraes) e especialista em projetos e planejamentos, registro no meu Diário de Bordo a passagem em Cascavel dos brilhantes palestrantes e diretores do Porto Digital (Recife). Marcus Suassuna, bacharel em Ciências da Computação, (ex-consultor da Cepal e BID) é sócio da Mega Consultores Associados. Porém, o sobrenome Suassuna deixou a platéia quieta, como um candidato à Academia de Letras, pois é um mágico contador de estórias, como seu antepassado Ariano Suassuna. O outro palestrante Fabio Queda Bueno da Silva foi o primeiro presidente do Porto Digital. Objetivo, pontual, sucinto, rápido, seguro, líder e de lógica digital. Ótimo!

Em paralelo, assistindo à palestra sobre Porto Digital me fez relembrar os personagens (Chicó & João Grilo) criados por um antepassado Ariano Suassuna, escritor de Auto da Compadecida. A obra tem um texto dramático em forma de auto (com tradição religiosa), contando a estória, em primeiro plano, de Chicó e João Grilo. Dois nordestinos discriminados por serem pobres e padeiros. O ambiente era de sociedade corrupta. Com patrões se julgando superiores às leis, junto com os fazendeiros.

Percebam o enredo e conversa dos personagens da estória: persuadir o padre, convencendo o sacristão e até mesmo o bispo para que aconteça o enterro da cachorra da mulher do padeiro em latim. Além disso, enganam a mulher, negociando com um gato que descome dinheiro, idéia fértil do autor. Seja no livro ou no filme há cenas incontáveis! E o pior: enganam Severino e seu cabra com uma gaita de boca, que supostamente poderia ressuscitá-los depois de mortos, o que provoca suas mortes... para ver se funciona!

O clímax acontece quando os personagens mais importantes, com exceção de Chicó, morrem pelas mãos de Severino e seu cabra e vão para o julgamento já no céu. No céu, o próprio Jesus Cristo faz o papel de juiz e Nossa Senhora Aparecida (a Compadecida), advogada de defesa. A obra não é comédia, mas provoca risos e, sobretudo, reflexões sobre a desigualdade, discriminação, usura, subordinação ao poder religioso, falta de oportunidades e tantos dramas presentes ainda hoje em nossa sociedade.


Na palestra, mesmo com sucesso, disseram que sempre lutam por mais recursos e verbas e pela expansão de seus projetos já consolidados, gerando constituição de novas empresas, renda, salários, desenvolvimento, inovação seja na formação de APLs (Arranjos Produtivos Locais) e na implantação de TICs (Tecnologia da Informação e comunicação) tão necessárias para expansão da C&TI no Estado, país e continente, numa economia global.

Aliás, peregrinação dos palestrantes é muito parecida com a nossa, buscando ampliar parcerias e agregar projetos, mas concretamente, sem precisar usar das espertezas de Chicó e João do Grilo, em nossa cruzada contra a poluição e degradação ambiental planetária.


O Instituto Bering Fróes Eco Global, desenvolvendo uma carteira de projetos, como o SOS Planeta Terra (com 20 anos) é como uma pequena bóia de salva vidas para a humanidade que não atente, nem entende a importância da ciência e consciência ambiental. Às vezes parece uma garrafa (com mensagem de socorro) do velho naufrago que está isolado numa ilha (...cuja sede poderá ser no Porto Digital), e insiste em não deixar a natureza morrer. Afinal: precisamos de um manual de sobrevivência? Ou voltaremos à sobrevivência manual?


Os palestrantes Marcus Suassuna e Fábio da Silva, como modernos Don Quixote e Sancho Pança digitais não precisam provar mais nada. É só persistir na rota certa! Ou, no Brasil, são como os personagens Chicó e João Grilo, cuja eterna criatividade é a arte da sobrevivência? Por que tantas adversidades no nosso habitat? Os governantes precisariam aprender a navegar! Aí saberiam da solidariedade em tempestades, da amizade e fé de que sem conhecimento e competência não se enfrenta o mar.

Sensibilidade ao projetar e navegar (com governos, empresas, parceiros) com sensibilidade! Estas são metas dos cientistas portuários que são os guindastes das mudanças e meros portuários-cientistas do Porto Digital. Assim, aos novos amigos lembro a frase de Fernando Pessoa, em navegar é preciso, ao colocarem a essência e o espírito de suas vidas no propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir para a evolução da humanidade: ?Tudo vale a pena se a alma não é pequena".





Gilnei Fróes


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