Estamos Concientes e determinados de que só a diversidade dos seres vivos, constitui a "essência da vida" e de nossa energia ou força coletiva. Nosso objetivos são mudança! E isso estamos fazendo, com nossos projetos, idéias, e objetivo planetário comum de atuar local e globalmente - desenvolver sem devastar -, reconhecendo a importância da união, solidariedade, verdade, trabalho.
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SOS PLANETA TERRA
Parques Tecnológicos
Postado em 23/11/2004
As coisas acontecem e fluem – no ciberespaço – na velocidade da luz, nas redes de telecomunicações e, em especial, no espaço destinado às mentes privilegiadas (...quando existem! ) trabalhando com Ciência & Tecnologias.  Um Parque Tecnológico deve ter a magia do talento e criatividade, gerando respostas à Sociedade nos investimentos que envolvem a fronteira do real e do imaginário.  Melhorar inventos e inventar melhoras.

Vivemos num ambiente de paradigmas de informação e comunicação, mas a Economia e todas inter-relações sociais, com todos poderes da lógica, precisa transmutar  tudo em conhecimento. E este conhecimento – fruto de estudos, pesquisa e extensão – se não for transformado em "produto" ( ou serviços ), de nada valerá para a sociedade.



 Vejo a Terra, do espaço sideral, de carona nos satélites internacionais, flutuando no cosmos (...ou céus) forçando-me a pensar cada vez mais na nossa fragilidade.   Ademais, a divisão da superfície terrestre em 185 países, - sem cooperação global, - e, acrescentando-se mais de 255 mil novos nascimentos /dia de novos passageiros (que têm um custo fixo – alimentos, escola, energia, água, etc... - e não produzirão bens e/ou serviços antes dos 23 anos), conduzem-nos a funesta fórmula "Malthusiana", exigindo mais o uso da inteligência humana, - da Ciência & Tecnologia - para sobrevivência da vida no Planeta Terra.                      Os Parques Tecnológicos já comprovaram sua vocação desenvolvimentista. E  são uma rede em permanente expansão, existindo em mais de 50 países. Sejam empresas locais ou globais, são centros de inteligência do desenvolvimento territorial (municipal, regional), tendo uma missão e estratégia bem definida: polarizar "conhecimentos". Este é o eixo central de suas atividades.  Um denominador comum para projetos de inovação, desenvolvimento do conhecimento e de expansão da agricultura, alimentos e meio ambiente.


Se criados sem uma "meta", ao longo do tempo, - ao menos - serão promotores e descobridores de novas vocações industriais e geração de novas empresas.  Mas se bem direcionados para vocações específicas, geram novos empregos, novos produtos e novos serviços, gerando uma qualificação de C&T ao município sede e região.


 Só os visionários, profetas e filósofos consideram o Planeta Terra, como um palco comum existencial, com biodiversidade de espécies assassinadas e ameaçadas de extinção no atacado.    No varejo, - por defender verdades simples e elementares, - tivemos Bruno, Galileu-Galilei, Cristo e outros cientistas que foram ridicularizados como idealistas ingênuos, tolos, sendo aprisionados, queimados, assassinados e/ou crucificados. 


 Porém, a eterna crucificação da Natureza... persiste!  E os Parques Tecnológicos podem gerar múltiplos programas ambientais ( Ex: anti-poluição ), inibindo a degradação ambiental.


 Hoje – mesmo com a ingerência dos poderosos do passado – a sociedade está mais aberta às discussões.  O "Projeto Genoma"por exemplo - permitiu um raro inventário, estudos, classificação, avaliação global da espécie humana.  Mas, como enfrentar tantos problemas globais, fechando as portas das instituições e a ( carência ) de mentes evoluídas dos dirigentes políticos?    Ou sem cientistas nos Parques Tecnológicos?


Nas próximas 2 décadas teremos um acréscimo de mais de 600 milhões de idosos na população planetária.  Como será o tratamento do "chorume" dos cemitérios?  E os lixos?


           ( Parte I  - Jornal HOJE – Cascavel, PR ,   de novembro de 2004)


 


                                                        2° Parte


Já constrói-se ponte (Estreito de Bering) entre continentes. Porém, é difícil dar-se as mãos nas questões de evolução do conhecimento, para ajustar o necessário progresso do conhecimento científico e tecnológico em prol da sociedade. A pequenez humana tem se mostrado infinitamente imensurável.   E a grandiosidade do Planeta ...cada vez mais saqueada, limitada e finita.




Com a mesma água desde a Gênese (4,5 bilhões de anos), - com rios, lagoas e oceanos – suportando mais lixos, resíduos químicos industriais, detritos & poluentes tóxicos cancerígenos, radiações, aquecimento global e guerras... e coliformes fecais, a Terra segue sua órbita.   E o pior: o pensamento humano do Poder, não tem planejamento qüinqüenal, nem tampouco para 4 anos de gestões políticas passageiras.   Assumem-se cargos políticos, mas não realizações tecnológicas!


A catedral planetária não tem portas nem pastores. Quem nela vive, deve saber que qualquer ensaio de futurologia – em relação ao nosso futuro comum ameaçado – é mera piada!  


 Não temos estatísticas,  nem dados oficiais de nada... ou quase nada. As ciências espaciais, a eletrônica, a engenharia, a biologia, - em países de Terceiro Mundo - estão confinadas em pequenos "nichos", em cujos segmentos, ( laboratórios ) prodigiosos cientistas mendigam oportunidades aos políticos que – na maioria - desconhecem Ciências.  Poucos estudaram!  E os que estudaram, só leram seus livros obrigatórios!  Falta Cultura!  E isto mete medo, e determina um atraso cultural tecnológico!   E nos torna vítimas - cultural-social-ambiental - da falta de consciência ecológica!



E quem sabe, cala!  Pois, se falar um pouco mais... é rotulado de "idiota & sonhador!"  



Por ter qualificação para velejar, sei!    Se não dominar minha "carta náutica", todos morrerão por minha ignorância. Não é assim?    Até quando entregaremos instituições, governos, (... ou um barco planetário!) a qualquer um, por esse ou por aquele interesse?  Competência não conta?  Porque alguém pode ser contra transgênicos – por exemplo – sem ser cientista?  Será que cultivos artesanais – familiares – poderão alimentar o mundo?  Como eliminar pragas & doenças?



Se toda evolução ocorre pela correção dos erros passados, que "interesses difusos" existem que não permite a evolução destas "pesquisas e experimentação" até plena segurança?  Será que a fome das populações será banida por projetos rasos ou decretos e leis improvisadas?



As gerações futuras julgarão com bastante severidade os políticos de hoje, por sua falta de amplitude mental e visão de amanhã e total falta de base científica.  Com toda justiça, perguntarão aos praticantes das "Ciências Ambientais e Sociais": para que estudaram isso, se nada resolveram?    Porque foram tão cegos, sem imaginação, omissos e tão irresponsáveis à respeito da civilização humana no Planeta?  Para que tantas teses fúteis e inúteis, (...produzidas como pragas! ) que se transformam uma vaidade de um diploma, que não serve nem... , ou só para dependurar na parede?!



Era uma vez uma sala de aula...


Por que tantas lições do passado, se não são úteis no presente?


Por que não alertar mais as crianças sobre nossa interdependência global?  Que amanhã, - por falta de projetos & criatividade da sociedade – terão mais problemas de paz social,  (in)segurança, (falta de) qualidade de vida, problemas de falta d’ água e alimentos ou desempregos - para enfrentar?



Você depende de mim?  Ou eu dependo de você?  Ou somos interdependentes?


Onde foi parar a criatividade?  Desde quando, - agro-business, ecologia e  ciência & tecnologia, "science parks" - não dão votos?     Tem pouca importância?  ...ou tiram votos?


 Ao fim de cada eleição se tira nova lição.  Continuaremos aprendendo !?


Será que a falta de criatividade impede o desenvolvimento?  Nossos "agropolos" – base de desenvolvimento regional - terão irrestrito apoio dos governos? 


 ( II Parte - Jornal "HOJE", Cascavel, PR , 23 de Novembro 2004 )


 


Dr. Gilnei  Fróes – Gestão Ambiental, Médico-veterinário, ecólogo, amazonólogo, coordenador do Programa  "SOS" Planeta Terra.  Em 1990, indicado ao "The Rolex Awards" (Suíça) e ao "The Global Awards 500" (Kenia) por entidades ambientais de SC e RS.  Premio de Jornalismo da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul, com o artigo "TAIM: Paralelo  33... ameaçado!" (Jornal da Manhã). Presidente do "Instituto Bering Fróes Eco Global".                                           Autor de projetos ambientais internacionais. 


 

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