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SOS PLANETA TERRA
Travessuras Ecológicas
Postado em 04/09/2004

  


Com a inauguração do Eco Clube, estive junto com meu pai-ecólogo, tirando fotografias, registrando experiências.    Já no segundo evento, quase dois anos depois, tirei fotos com pessoal de ONGs da Argentina (ONE / Organização Nacional de Ecologia), com o Secretário de Meio Ambiente de Toledo, e o tio Luiz Carlos Ávila.  Na reunião vivi a discussão das diversas maneiras e formas de que os jovens latinos podem fazer  em benefício de suas cidades ou comunidades, com Educação Ambiental.


 


Porém a conclusão que cheguei é de que, só pouquíssimos adultos que chegam ao poder político (... como prefeitos, vereadores,  deputados e até na Presidência da República) estão preparados (...com capacidade e conhecimentos científicos!) para trabalhar pela causa ambiental, que é uma questão de sobrevivência dos ecossistemas (florestas, animais, recursos naturais, água, etc...) e seres humanos do Planeta Terra.


Quando meu pai – nos anos 60 – tinha 12 anos subiu numa árvore de "Ipê Roxo" para tentar impedir a derrubada de 13 quadras em canteiros centrais da Rua Osório, em Pelotas. (...em protesto nem entendido, pois as pessoas não falavam em  Ecologia) passou por moleque, mal educado e coisas assim. Esta foi a maluquice dele!  Hoje isto é normal no dia à dia do "Greenpeace". É um tipo de "marketing" da luta de defesa da  natureza, para chamar atenção das pessoas, ONGs e políticos, para não matar baleias, ou envenenar os oceanos com lixo radioativo.


 


Em 1990, (depois de 30 anos!) meu avô Eduardo, comendo uvas no terraço e falando com meu pai, confessou: "Agora entendo aquela tua travessura das árvores na Rua Osório. Continue. Mas cuidado que os interesses  sempre falam mais alto."                                                  


 Explico a surpresa de meu avô, porque (em 1990)  meu pai foi indicado a dois Prêmios no Exterior e obteve um expressivo "Prêmio de Jornalismo, promovido pela Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul", com um valioso artigo da série "SOS" PLANETA TERRA , (com o nome TAÍM: PARALELO 33° ... AMEAÇADO" , defendendo aquela reserva no caminho da fronteira para a República do Uruguai.


 


Hoje ele tem projetos diferentes. E a diferença sempre foi a marca registrada dele.  É presidente de uma ONG que poderá  ajudar comunidades, pessoas e governos. Porém, a sociedade continua tão individualista como na época  em que ele subiu naquela árvore. É uma pena que – hoje com meus 12 anos – minha geração mais crítica, mais preparada, mais estudada, mais cheia de responsabilidades precoces, tem poucas árvores  para subir e tem piores problemas ecológicos de herança.


 


E o pior!  O despreparo científico dos candidatos em eleições  - QUE NEM FALAM DE Ecologia  -- assustam  minha indefesa  geração. Continuaremos vítimas do poder... despreparado?  Será que vão me denunciar ao Conselho Tutelar por pensar, escrever e querer um mundo melhor para todos?


 


Em setembro farei 13 anos. E só faltarão três anos para poder votar. Mas aproveitando pergunto: Por que com 16 anos , posso votar e não ser votado?


Minha geração poderá ser mais preparada.  Mas como aceitar as coisas do jeito que estão empurradas para a gente?  Por favor me expliquem!  Por que para ser médico, arquiteto ou advogado, é preciso ter estudado na faculdade?  E por que para ser político – e resolver problemas de saúde, ecologia, economia, etc..., ou da cidade – não se precisa ser "nada"?


 


Meu pai adora o pensador "Barão de Itararé", que escreveu:  "Não é triste mudar de idéias; o triste é não ter idéias para mudar."   Meu pai continua com suas lutas para promover mudanças e consciência ecológica. A minha geração tem mais informações, mais tecnologias e mais perigos


( venenos, radiações, etc...) do que a época de infância  do meu pai e seus amigos. Mas parece que o mundo está às mil maravilhas, pois ninguém quer fazer nada.


 


Eu, aproveitando o encontro com Ziraldo na FAG, na semana passada, começo a minha travessura diferente, em um jornal... para continuar  nossas lutas por um planeta melhor.  Perdoem a minha inocência, - ou travessura moderna – mas só tenho 12 anos!


 


Mas prometo aos meus bons professores: continuarei estudando, lendo bastante e me preparando... mesmo fazendo uma piadinha, ou às vezes, conversando na aula.  Mas todas crianças são uma mistura do "Menino Maluquinho": " Ele era muito sabido, ele sabia tudo, a única coisa que ele não sabia era como ficar quieto."


 


Com o escritor "Ziraldo", em noite de autógrafos , junto com meus pais e irmãos, pude aprender e valorizar outra lição: o futuro é amanhã.    Mas, se nós não sabermos defender a vida e a natureza como ( amanhã ) teremos futuro?


       


Cristian Bering Fróes


(PUBLICADO no jornal HOJE, página 13 - Cascavel, 04 de setembro de 2004)


Cristian Bering Fróes - Hoje Acadêmico de Biotecnologia na Universidade Federal de Pelotas


                                                                                 

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