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SOS PLANETA TERRA
SOS Planeta Terra - Lixo Hospitalar
Postado em 05/05/2011
Há mil perigos no lixo hospitalar. Sejam nas casas, hospitais, clínicas, laboratórios ou mesmo farmácias utilizam, de alguma maneira, materiais com alto poder infectante. Seringas, bolsas de sangue, chumaços de algodão, gazes, luvas, agulhas, esparadrapos e outros, ainda que tudo seja descartável para garantir a segurança dos pacientes e de nosso meio ambiente.
Porém, o planeta Terra, não pode esperar mais por indecisões! Tantas, tontas e lentas!

Poucas pessoas estão preparadas para tratar o tema de saúde ambiental e humana. Mesmo os que refletem sobre qual o destino do ?lixo hospitalar?, tecnicamente batizado de ?Resíduo Sólido de Serviços de Saúde? (RSS). Pouquíssimos são os que têm um Curso de Universitário de Pós Graduação em ?Gestão Ambiental?. Mas o principal ainda é o conhecimento. Este ?capital intelectual? que não é valorizado. Uma moeda sanitária!
Há um roteiro de preocupações que devem ser considerada desde o local onde o material é utilizado, até com os cuidados específicos no transporte interno e externo, armazenagem, até sua destinação final. O caminho final deveria ser uma moderna Usina Especial (tipo incinerador), porém, na maioria dos casos, culmina num lixão, ou num ?aterro sanitário?.

Ao pensarmos em ?lixo e saúde pública?, logo chegamos à questão dos materiais contaminantes hospitalar. E sobre isso, há um complexo regulamento técnico para o gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), estabelecido pela legislação específica. Se o ?lixo hospitalar? continuar exposto nos lixões, aumentará os riscos de contaminações e pode determinar complicações de zoonoses, além dos riscos peculiares de contaminação de lençóis freáticos e de mananciais hídricos. Há detalhes de seringas e outros resíduos de serviços de saúde eliminados de forma inadequada. E tudo volta, de forma inadequada, à mãe-natureza.   Pobre planeta pinico!

A questão é de que, pouco ou nada adiantará as ?unidades de saúde? (Clínicas, postos de saúde, hospitais, farmácias, etc.) seguirem todo o roteiro de um perfeito plano estabelecido, se o destino final acaba sendo um lixão. Um lixão sem qualquer controle, inclusive com a presença de catadores (adultos e crianças), e de animais domésticos, situação facilmente constatável nos municípios do Interior. Mais um ônus, transferido do poder público ao privado.

Sabemos que a resolução, do ?gerenciamento do resíduo de serviço de saúde? tem o objetivo de minimizar a produção e proporcionar uma classificação dos materiais gerados, com um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente.  Aplica-se a todos os estabelecimentos de saúde e serviços de alta complexidade (clínicas médicas, hospitais, hemocentros, laboratórios de análises clínicas, clínicas de RX, farmácias, clínicas veterinárias e odontológicas, etc.) geradores de resíduos contaminantes.

A preservação da saúde dos trabalhadores, a defesa da saúde pública e conservação do Meio Ambiente, obedecendo à lei e ao ?PGRSSS? (Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde) é um fato elogiável, mas com uma paupérrima discussão tecnológica ambiental e ausente discussão da sociedade.
Os senhores políticos, legisladores federais ? sem conhecimento de causa, pesquisaram e elaboram, escreveram uma lei.  Poderão distribuir uma série de cartilhas. Porém, esqueceram que a maioria dos municípios brasileiros não conta com aterros sanitários (tampouco com valas sépticas) ou modernos incineradores, para disposição final adequada e segura dos Resíduos Serviços de Saúde.

O ?Instituto Bering Fróes Eco Global? tem desenvolvido, (além da alternativa da solução de consorcio intermunicipal), outro projeto de inovação tecnológica. É uma Usina de Reciclagem, de ?design? arrojado e semi-portátil.  O equipamento, uma vez elaborado e funcionando, dá destinação correta destes resíduos, estendendo-se para aeroportos e redes de grandes           hotéis e restaurantes. Eis uma das alternativas, para os pequenos geradores de resíduos e municípios de menor porte, porque aperfeiçoaria os custos de investimentos e operacionalização. O projeto já poderia estar em prática.  Só não me perguntem quem são os culpados?  Quem não dá apoio a instituições com projetos, invenções e descobertas?  Ah! Serão os mesmos que no poder, por acaso fazem as leis?  E que não olham suas realidades?  Que não estudam, pesquisam ou apóiam à sociedade? Pois é!  Haja resíduo! Êta lixo!  E ainda somos obrigados a votar!  Por isso, vote bem.  Do contrário, o "lixo da política" complicará a ?política do lixo.?



Dr. Gilnei Fróes - (Escritor técnico-científico, Ecólogo, Médico-veterinário, Gestor Ambiental)    Em 1990 ? Prêmio de Jornalismo da Brigada Militar do Estado do RGS (com artigo: "TAIM: paralelo 33° ...ameaçado"  (Diário da Manhã ? Pelotas / RS);                                                                                           Indicação
ao "The Rolex Awards 1990 (Genebra); e ao "The Global 500 Awards" (ONU /
Kenya) Autor de livros: como "Dossiê da Amazônia".  1° Premio do "I Latino Ambiental Awards". Presidente do "Instituto Bering Fróes Eco Global" .  Autor de projetos ambientais internacionais.


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