Estamos Concientes e determinados de que só a diversidade dos seres vivos, constitui a "essência da vida" e de nossa energia ou força coletiva. Nosso objetivos são mudança! E isso estamos fazendo, com nossos projetos, idéias, e objetivo planetário comum de atuar local e globalmente - desenvolver sem devastar -, reconhecendo a importância da união, solidariedade, verdade, trabalho.
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SOS PLANETA TERRA
"SOS" Dia do Índio
Postado em 15/04/2010

“SOS” DIA DO ÍNDIO


Desde o dia em que nasci (19 de abril, Dia do Índio) sou perseguido pelo tema. Desde a nossa oca familiar às inovações da aldeia global, considero que inexistirá espaço verde com biodiversidade viva para abrigar a cultura dos povos da floresta.  


No meu livro “Dossiê da Amazônia” faço uma dissecação anatômica do cadáver ecológico amazônico, num inventário que comprova que a justiça é – mesmo – cega, surda, muda e paralítica.


Alguns, que há décadas me acusaram de alarmista, já são adeptos de nossa ótica. Outros, que nos julgavam pessimista, concordam com nossa antevisão de realidade. Assim, a eco apocalipse vai se esboçando, numa funesta radiografia do tempo não tempo, demonstrando que nosso “mapa da devastação” planetária, que desenhei nos anos 80, se materializa com terremotos, enchentes, avalanches, tsunamis, furacões, epidemias, além das guerras.


Quem diria que os índios usaram gravadores (lembram do Cacique Juruna?);  ingressariam numa universidade para cursar a Faculdade de Direito (conhecem o Índio Terena?); ou teriam filmadoras, estação rádio & telefone celular? Ou poderiam taxiar um avião cessna  como vi  - nos anos 80 - no aeroporto de Redenção Estado do Pará.


Eis um resumo das inovações: penas, plumas, sementes, ossos transformados em colares.  Árvores, arco e flechas, ouro e diamantes, negociados lap tops, note books, MP3, antenas parabólicas e camionetas importadas.


Todavia, os riscos de se perder essa secular cultura preciosa que está no cofre e santuário da Floresta Amazônica, tem ameaças.  Uma viagem – de séculos – na máquina do tempo, desde a era da pedra e do arco e flecha às tecnologias digitais em – rápidas - duas ou três décadas, demonstram os perigos da expansão de um irreversível “Deserto Amazônico”.


Neste contexto, todas as diversificadas mudanças climáticas são uma ameaça global à vida planetária, por atividades industriais “produtivas” da raça humana.  O aquecimento global (pelo aumento da concentração de gases estufa na atmosfera) se soma a outras causas que envolvem maior uso das águas subterrâneas. A espoliação dos solos numa agricultura de resposta industrial, (ávida de inovações eco tecnológicas) além das exigências de maior consumo de energia, de produção de alimentos, envolvendo um crescimento populacional com elevados índices de poluição... sem falar na degradação dos solos.


Dia 19 de abril – Dia do Índio - é uma data de luta, debates, protestos que exige extrema reflexão. É uma data para chamar atenção da sociedade, dos governos, das ONGs, sobre a profundidade científica do tema que exige eco eficiência. Discursos e inaugurações são impróprios, se não forem de inovações eco tecnológicas ou projetos avançadas, para proteção e preservação dos povos da floresta.


Eu costumava acreditar que “todo dia era dia de índio” (como diz a canção Jorge Bem Jor), mas a luta de defesa, preservação da cultura (danças, canções, folclore); da gastronomia, da medicina, arte da guerra, que envolvem história & tradições de cada tribo, em cada Estado do Brasil, nos conduzem a pensar em dias funestos.


Em 1943, o Presidente Getúlio Vargas, visualizando a necessidade de atenções especiais, decretou que todos os dias “19 de abril” seriam dedicados à comemoração o Dia do Índio no Brasil. Todavia, nada temos a comemorar.


Com personalidades do Mato Grosso (coração da América Latina), visito tribos inteligentes, na sinergia de esforços para implantação da (open university) “Universidade Ecológica dos Povos” Indígenas, Latinos, Europeus, Asiáticos, Africanos e todos os cidadãos planetários irmãos da tribo global. Todos tem igual missão: pensar, atuar com projetos de tentativas de se salvar o planeta Terra.


Nossa oca global corre perigo! O planeta exige um “manual de sobrevivência” para os ecossistemas, habitat e seres de flora e fauna, além das acomodadas populações urbanas! ... antes que retornemos à “sobrevivência manual”, pior do que a Era das cavernas.


Dr. Gilnei Getúlio Fróes – Presidente do “Instituto Bering Fróes Eco Global”

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